terça-feira, 29 de julho de 2014

DAWN

SÍNDROME DE DOWN

downSíndrome de Down, ou trissomia do cromossomo 21, é uma alteração genética causada por um erro na divisão celular durante a divisão embrionária. Os portadores da síndrome, em vez de dois cromossomos no par 21, possuem três. Não se sabe por que isso acontece.
Em alguns casos, pode ocorrer a translocação cromossômica, isto é, o braço longo excedente do 21 liga-se a um outro cromossomo qualquer. Mosaicismo é uma forma rara da síndrome de Down, em que uma das linhagens apresenta 47 cromossomos e a outra é normal.
Alterações provocadas pelo excesso de material genético no cromossomo 21 determinam as características típicas da síndrome:
* Olhos oblíquos semelhantes aos dos orientais, rosto arredondado, mãos menores com dedos mais curtos, prega palmar única e orelhas pequenas;
* Hipotonia: diminuição do tônus muscular responsável pela língua protusa, dificuldades motoras, atraso na articulação da fala e, em 50% dos casos, por cardiopatias;
* Comprometimento intelectual e, consequentemente, aprendizagem mais lenta.
Diagnóstico
Durante a gestação, o ultrassom morfológico fetal para avaliar a translucência nucal pode sugerir a presença da síndrome, que só é confirmada pelos exames de amniocentese e amostra do vilo corial.
Depois do nascimento, o diagnóstico clínico é comprovado pelo exame do cariótipo (estudo dos cromossomos), que também ajuda a determinar o risco, em geral baixo, de recorrência da alteração em outros filhos do casal. Esse risco aumenta, quando a mãe tem mais de 40 anos.
Tratamento
Crianças com síndrome de Dowm precisam ser estimuladas desde o nascimento, para que sejam capazes de vencer as limitações que essa doença genética lhes impõe. Como têm necessidades específicas de saúde e aprendizagem, exigem assistência profissional multidisciplinar e atenção permanente dos pais. O objetivo deve ser sempre habilitá-las para o convívio e a participação social.
Recomendações
* A notícia de que uma criança nasceu com síndrome de Down causa enorme impacto nos pais e na família. Todos precisam de tempo para aceitá-la do jeito que é, e adaptar-se às suas necessidades especiais;

sábado, 26 de julho de 2014

MASSINHA DE MODELAR CASEIRA

RECEITA DE MASSINHA DE MODELAR CASEIRA

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Brincadeira boa é aquela que já começa animada nos “preparativos” da brincadeira. Toda criança adora brincar de massa de modelar, imagina se elas mesmas fizerem a massinha? Tenho certeza de que a brincadeira ficará ainda mais divertida, não acha?
Procurei algumas receitas de massinha na internet e vou dividir com vocês aquela que achei mais legal e que experimentei e deu super certo. Um detalhe, todos os ingredientes são comestíveis, então se a criança levar a massinha até a boca, não tem problema. Vamos a receita:
Material
4 xícaras de farinha de trigo
1 xícara de sal
1 e 1/2 xícara de água
1 colher de chá de óleo
Modo de Fazer
Numa tigela grande, misturar todos os ingredientes e amassar bem até ficar boa para modelar. Guardar em saco plástico ou vidro bem tampado. Essa massinha é muito usada em animações de festa infantil que os animadores fazem a massinha na hora com as crianças e elas adoram. Para dar cor a massinha, compre corante para alimento e pingue algumas gotas.

AUTISMO

AUTISMO?

O Autismo é um termo geral usado para descrever um grupo de transtornos de desenvolvimento do cérebro, conhecido como “Transtornos do Espectro Autista” (TEA).
O TEA são um conjunto de manifestações que afetam o funcionamento social, a capacidade de comunicação, implicam em um padrão restrito de comportamento e geralmente vem acompanhado de deficiência intelectual.
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Em comum, as pessoas que fazem parte do TEA apresentam dificuldades em entender as regras de convívio social, a comunicação não-verbal, a intencionalidade do outro e o que os outros esperam dela. Com essas dificuldades funcionais, o impacto na eficiência da comunicação é muito grande, fazendo com que o desenvolvimento do cérebro social mantenha-se cada vez mais insuficiente para exercer as funções necessárias para a interação social.
O TEA é constituído pelo Autismo, a síndrome de Asperger e pelo transtorno global do desenvolvimento sem outra especificação. Nos manuais de classificação esses quadros estão localizados dentro do capítulo dos transtornos globais do desenvolvimento (TGD), que inclui além dos TEA, a síndrome de Rett e o transtorno desintegrativo.

SINTOMAS

Os sintomas do autismo normalmente permanecem com a pessoa durante toda a sua vida. Uma pessoa pouco afetada pode parecer apenas um tanto diferente e ter uma vida normal. Uma pessoa gravemente afetada pode ser incapaz de falar ou cuidar de si mesma. A intervenção precoce pode fazer uma grande diferença no desenvolvimento da criança. A maneira como seu filho age e se comporta atualmente pode ser muito diferente de como ele agirá e se comportará no futuro.

DIAGNÓSTICO

Atualmente não existe um teste médico específico para o diagnóstico de autismo. O diagnóstico baseia-se na história de vida do paciente, no comportamento observado em diversas situações e em testes educacionais e psicológicos. Como os sintomas do autismo variam, as vias para a obtenção do diagnóstico também variam. Em algumas crianças são identificados atrasos no desenvolvimento antes delas serem diagnosticadas com autismo e assim podem receber intervenção precoce ou serviços de educação especial.
Evidências recentes sugerem que os primeiros sinais do autismo podem ser vistos em crianças bem novas, com 8 a 10 meses de idade: podem ser mais passivas, mais difíceis de acalmar ou não reagem quando alguém chama seu nome.
Algumas crianças com autismo apresentam, por volta de um ano de idade, prejuízos de orientação ao estímulo social (ex: orientação social, de atenção compartilhada, de interação social e de antecipação, de balbuciar, de gestos, de pronúncias de palavras e de imitação). Alguns desses primeiros sinais podem ser notados pelos pais, outros podem apenas ser observados com a ajuda de um clínico especialista.
Os diagnósticos de TGD e autismo baseiam-se, atualmente, nos critérios internacionais propostos pelo CID (Classificação Internacional de Doenças) e pelo DSM (Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders). A inclusão do diagnóstico de autismo, como um transtorno de desenvolvimento, ocorreu somente na terceira edição do DSM, em 1980, definindo o autismo como um “grave distúrbio do desenvolvimento, que compromete diferentes áreas do comportamento de forma difusa e em caráter permanente”.

DIFERENÇA ENTRE SÍNDROME DE ASPERGER E AUTISMO, OU AUTISMO COM “ALTO GRAU DE FUNCIONAMENTO”:

Os diagnósticos de TGD e autismo baseiam-se, atualmente, nos critérios internacionais propostos pelo CID (Classificação Internacional de Doenças) e pelo DSM (Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders). A inclusão do diagnóstico de autismo, como um transtorno de desenvolvimento, ocorreu somente na terceira edição do DSM, em 1980, definindo o autismo como um “grave distúrbio do desenvolvimento, que compromete diferentes áreas do comportamento de forma difusa e em caráter permanente”.
O autismo, necessariamente apresenta um prejuízo marcado e permanente na interação social, alterações de comunicação e padrões limitados ou estereotipados de comportamentos e interesses, que devem estar presentes antes dos três anos de idade.
A síndrome de Asperger, caracteriza-se por prejuízos na interação social, interesses e comportamentos limitados, porém não apresenta atraso no desenvolvimento da linguagem falada ou na percepção da linguagem. É característico o desajeitamento motor, determinados interesses que lhe ocupam toda a atenção, tendência a falar sobre o que querem, sem se dar conta do interesse do outro.
De maneira geral admite-se que no autismo as capacidades viso-espaciais e o quociente de inteligência executivo (QIE > QIV) sejam superiores. Na síndrome de Asperger, pelo contrario, as capacidades verbais são superiores, assim como o quociente de inteligência verbal (QIV > QIE).
Dados recentes do Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC, na sigla em inglês) agora mostram que uma em cada 88 crianças nos Estados Unidos são diagnosticadas com autismo. Os números representam um aumento de 23% nos casos entre 2006 e 2008 e 78% de aumento desde 2002. Ainda assim, é possível que o estudo esteja subestimando números reais. Um estudo publicado no ano passado mostrou incidência de autismo de um em 38 crianças na Coréia do Sul. É provável que os números no Brasil não sejam muito diferentes dos Estados Unidos, mas ainda não existe um estudo formal feito no país.
O autismo não é um transtorno que deriva de uma só causa. Na verdade, esta condição engloba um grupo de transtornos relacionados, com diferentes causas.
A maior parte das vezes, provavelmente, o autismo resulta de uma combinação de fatores de risco genéticos que interagem com os fatores de risco ambientais. Foram identificados diversos genes de suscetibilidade ao autismo, o que significa que há maior probabilidade do indivíduo desenvolver autismo se ele possui uma variante deste gene, ou, em alguns casos, uma mutação rara. Provavelmente, diversos genes contribuem para o autismo. Acreditamos que esses genes específicos interagem com determinados fatores ambientais. A maior parte da pesquisa atual busca identificar a contribuição dos fatores genéticos e ambientais para o autismo. Muito embora alguns fatores genéticos tenham sido identificados, sabemos pouco sobre a contribuição dos fatores ambientais, ainda. A exposição a agentes ambientais, tais como os agentes infecciosos (rubéola da mãe, ou o citomegalovírus), ou a agentes químicos (talidomida ou valproato) durante a gravidez podem causar o autismo. Aproximadamente, de 10 a 15% dos casos possuem uma causa genética específica, do tipo Síndrome do X-Frágil, Esclerose Tuberosa e a Síndrome de Angelman.
O tratamento para o autismo normalmente é um programa intenso e abrangente que envolve a família da criança e um grupo de profissionais. Alguns programas podem ser feitos em casa e incluir profissionais especialistas e terapeutas treinados. Alguns programas são colocados em prática dentro de uma instituição especializada, na sala de aula ou na escola de educação infantil. Não é incomum uma família optar por combinar mais de um método de tratamento.
Os programas de intervenção intensivos para os sintomas principais do autismo abordam as questões sociais, de comunicação e questões cognitivas centrais do autismo. O programa de tratamento depende das dificuldades (inabilidades) e dos pontos fortes (habilidades) da criança.
Cada fase do desenvolvimento apresenta necessidades peculiares. Na fase pré-escolar, o desenvolvimento da coordenação motora e a capacidade de adaptação ao grupo são fundamentais. Na fase de alfabetização, dificuldades podem requerer intervenção de fonoaudiólogo e psicopedagogo. Já a entrada na adolescência, pode trazer novas dificuldades e requerer outras prioridades de intervenção.

ATIVIDADES E OBJETIVOS PARA SALA DE AEE



ATIVIDADES DESENVOLVIDAS DE MAIO E JUNHO

Atividade de montar palavras com alfabeto móvel

Atividade 

               Relacionar a palavra formada com a respectiva figura.



     Aplicação da atividade de colagem:
  
               
  Desenvolver  a concentração  e a seleção das diversas cores.

 Dança como meio de socialização cultural:

              

             Trabalhar a movimentação corporal, a percepção auditiva e desenvolver habilidades musculares.

  Aplicação da atividade de confecção de massas de modelar e tintas caseiras:

  Desenvolver a capacidade de interagir socialmente, e diferenciação das cores




terça-feira, 22 de julho de 2014

PROJETO DE LEITURA


                              UNIDADE DE ENSINO FUNDAMENTAL RODRIGUES NEVES   

PROJETO DE LEITURA
LEITURA DE IMAGENS NO MUNDO DAS FABULAS
SALA DE AEE

 


INTRODUÇÃO
       O projeto de leitura de imagens proporciona ao aluno a capacidade de compreender o mundo ao seu redor realizando a leitura e analise das diversas imagens que aparecem no seu cotidiano.
       Neste enfoque, é que o projeto de leitura vem a acrescentar ao professor um melhor trabalho com o aluno valorizando a sua capacidade apesar de suas dificuldades de ler e interpretar imagens diversas, percebendo assim a importância do ato de ler para a compreensão do universo que existi a sua volta.
       Este projeto tem como foco principal o aprimoramento e consolidação da leitura e da interpretação como aspecto essencial para o domínio dos demais saberes.

OBJETIVO GERAL
        Compreender diversos estilos de imagens como forma de expressão que possa leva-lo a perceber a importância da leitura e de sua compreensão para sua vida, de forma educativa, promovendo a cultura, valores e a cidadania, auxiliando o aluno em todos os âmbitos de sua aprendizagem e a dominar seus conhecimentos em prol de sua qualidade de vida.

OBJETIVOS ESPECIFICOS
·         Incentivar a leitura de variadas imagens que parecem no dia-a-dia dos alunos
·         Discutir sobre a importância da compreensão das imagens para a vida do ser humano tendo com suporte placas de transito, placas de aviso e advertências.
·         Trabalhar com textos expositivos, utilizando vários temas.
·         Valorizar-se da linguagem para melhorar a qualidade de suas relações pessoais

JUSTIFICTIVA
       Este projeto foi elaborado visando à participação dos alunos da sala de AEE da Unidade de Ensino Fundamental Rodrigues Neves no domínio de habilidades de leitura de imagens e interpretação de dados que interfiram em suas aprendizagens na sala regular.
       Todo processo visa o aprimoramento da aprendizagem, com atividades de recuperação paralelas e ações de intervenção pedagógicas.
PUBLICO ALVO
       Todos os alunos da sala de AEE da unidade de Ensino Fundamental Rodrigues Neves.
METODOLOGIA
       Os trabalhos serão realizados respeitando as faixas etárias e suas especificidades de cada aluno.
        O professor trabalhará com atividades de recortes, colagens, desenhos, vídeo muda cartazes estimulando a leitura e a interpretação dos fatos.
RECURSOS E ESTRATEGIAS
·         Biblioteca virtual
·         Livros de Historias de contos de fadas
·         Revistas e jornais
·         CDS de musicas
·         Projetor multimídia
·         Vídeo mudo
·         Imagens xerocadas
·         Produção de texto oral
CRONOGRAMA
       As atividades serão realizadas durante o mês de maio, podendo ser estendida até onde o professor perceber sua necessidade.
AVALIAÇÃO
      A avaliação acontecerá diariamente durante a execução de todo projeto através da observação no desenvolvimento das habilidades propostas. Ao final o professor do AEE organizará um relatório sobre os pontos positivos e negativos do projeto sugerindo modificações quando necessário